Chamada aberta

crepusculo

Por definição… o crepúsculo é uma faísca temporal… uma espécie de precipitação entre o dia e a noite… apenas um segundo; um piscar de olhos e você o perde… exatamente como aquela idéia que surge quando você está no meio do caminho e totalmente desprovido de meios para detê-la em si… uma vez perdida, era com toda certeza o seu melhor…

Pensando nessa temática, propomos aos autores escrever sobre essa metáfora contundente… o crepúsculo na escrita!

Interessados em participar, favor enviar os textos para apreciação e possível publicação… até o dia vinte de outubro de 2015.

 


 

Envia para o nosso e-mail (scenariumplural@globo.com)
— artigos literários, poesias, contos, crônicas, ensaios, resenhas e charges —

Todos os trabalhos serão avaliados e os autores notificados
por e-mail quanto a publicação do material, em caso de aprovação.

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Plural | RED

Por Lunna Guedes


 

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A Revista Plural, para mim… é como o projeto de um livro. É preciso pensar o prólogo e também o epílogo… alinhavar, entre si, cada um dos capítulos, lembrando que um livro é produto de um único artista, mas a revista é um combinado de autores com universos paralelos que se diferem… afastam e se aproximam… até colidirem bem diante de meus olhos.

Para a presente edição, escolhi o tema RED porque gosto de pensar que a escrita é sempre vermelha… essa substância que verte em nossas veias e ultrapassa a pele quando o corte é feito. Obviamente, o corte ao qual me refiro é uma metáfora, por considerar a escrita uma navalha afiada,  sempre pronta para o corte.

E, por isso, penso a Revista sempre a partir de mim mesma… sou efervescência e gosto quando o imaginário é conduzido à realidade pelas linhas agudas do próprio corpo, onde se misturam vontades e desejos.

Pensando nisso e, por ter tido uma estranha experiência ao criar no ano anterior uma edição erótica… que foi barrada enquanto formato digital, afinal, estamos cada vez mais pudicos… lembrei-me dos argumentos de certos senhores que camuflam a realidade.

RED, quando exposta enquanto título, levou a outra direção que não a orgia literária que eu propunha e, confesso que, tal qual Eva no Paraíso, os leitores morderam a maçã…

Sobre lagartas e borboletas

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Coletânea organizada por Chris Herrmann, Adriane Garcia,
Adriana Aneli e Maria Balé

 

O “Projeto do Ovo ao Voo” idealizado pelas poetas Adriana Aneli, Adriane Garcia, Chris Herrmann e Maria Balé reúne 75 poetas de várias idades, estilos e países com o objetivo de construir visões múltiplas sobre o tema “transformação”.

Com participação voluntária de todos os autores e artistas envolvidos na organização e produção, nasce: SOBRE LAGARTAS E BORBOLETAS.

De sonetos a improvisos repentistas, da prosa poética ao rapper, a liberdade lírica dá o tom à obra e ao exercício poético: desafio e superação, medo e coragem, desejo e libertação.

O livro prefácio de Chris Herrmann e ilustrações da artista plástica mineira Cristina Arruda.

 


 

Autores
Adri Aleixo, Adriana Aneli Costa Lagrasta, Adriana Elisa Bozzetto, Adriane Garcia, Afobório Feito de Carniça, Alberto Bresciani, Albino Alves, Alessandro Dornelos, Alexandre Guarnieri, Ana Elisa Ribeiro, Anahí Celeste Cao (Argentina), Bianca Velloso, Caetano Lagrasta, Carlos Magno, Carlos Moreira, Carlos Ventura (Suíça), Carminha Mosmann, Cely de Ceci, Chris Herrmann (Alemanha), Clauco Oliveira, Claudinei Vieira, Claudio Castoriadis, Cris Arruda, Diovani Mendonça (diÔ), Edmilson Felipe, Félix Coronel, Fran Nóbrega, Gabriel Resende Santos, Germana Zanettini, Germano Quaresma, Inês Monguilhott, Iracema Machado, Janet Zimmermann, Jô Diniz, Jorge Nagao, José Couto, José Reginaldo, Lázara Papandrea, Leila Silveira, Líria Porto, Lou Albergaria, Lourença Lou, Luciana do Rocio Mallon, Luciane Lopes, Luís Augusto Cassas, Luiz Gondim, Mag Faria, Maite Voces Calvo (Espanha), Maria Balé, Mariana Queiroz, Marília Lima, Marina Bozzetto, Marcelo Adifa, Marcelo Moro, Marcos Magoli, Marcus Fabiano, Nil Kremer, Norma de Souza Lopes, Paulo Bentancur, Paulo de Toledo, Paulo Guilherme, Paulo Magalhães, Paulo Paterniani, Rogério Miranzelo, Seh M. Pereira, Sonia Salim, Suzana Pires, Tania Amares, Tejo Damasceno, Tere Tavares, Thiago Prada, Vera Molina, Wander Porto, Winston Morales Chavarro (Colômbia) e Zeca Jardim.

 


 

Uma lua de papel no céu de São Paulo

Por Tatiana Kielberman


06 de agosto de 2015. Quinta-feira, 20h. Noite aparentemente comum nas ruas de São Paulo. Trânsito, caos, trabalho, assuntos rotineiros, compromissos, cansaço, cara amassada, chega-logo-por-favor-final-de-semana!

Mas… não era este o clima que envolvia os amigos mais próximos de Lunna Guedes, que se reuniram para conferir e prestigiar o primeiro livro da escritora — “Lua de Papel” — lançado pela Scenarium Plural, em modelo artesanal, com costura oriental.

O cenário escolhido não poderia ter sido mais próprio: a Starbucks da Alameda Santos — sua segunda casa — onde grande parte do enredo foi pensado, idealizado e construído… sempre com café, é claro!

Ao adquirirem o livro, os presentes receberam um “misterioso” pacote envolto por papel branco, que só poderia ser aberto em instante posterior — diante da Lunna, para o tão esperado autógrafo…

Ao desfazerem o embrulho, qual a surpresa? O livro não estava costurado… Mas é possível dizer que grande parte dos convidados já aguardava algo surpreendente assim.. afinal, se tudo já viesse pronto, não seria mesmo uma obra de Lunna Guedes…

Enquanto costurava cada um dos livros — de maneira personalizada, como já é praxe em seu trabalho —, Lunna aproveitou para tecer diálogos, trocar sorrisos e sentir a emoção contagiante em seu entorno. Olhares e abraços denunciavam o calor do momento — único não apenas para Lunna, mas para todos que acompanharam os detalhes do projeto, desde o início…

A atriz Carla Martelli também marcou presença no evento, interpretando um belíssimo trecho da novela, que deixou os presentes ainda mais curiosos para degustar as páginas de “Lua de Papel”…

Foi, enfim, uma noite de completude, onde estivemos ali, como fãs e admiradores de Lunna — e agora de Lua — para aplaudir mais uma conquista.