vi e/ou vi

 

“Nascer ou morrer, tudo ou nada, sim ou não, par ou ímpar… E nos intervalos, eu me ocupo com o quê? A criar diversidade de tons que preencham os vãos desses extremos. A revelar em poemas a rebeldia contra os fatos consumados e nenhum senso comum. Neste livro, pretendo ser agente de artimanhas que provoquem algum assombro ou diversão. É para o impacto de sentir o sopro na pele que eu o convido a ler VI E/OU VI que o vento é aqui.

Virginia Finzetto

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