Nem sempre a lápis | Andrea Mascarenhas

| Andréa Mascarenhas |

Em meio a manuscritos, sonha entre folhas avulsas e dorme em frios de byte. Feiticeira disfarçada de escritora, faz magia ou algo impreciso que de repente acontece entre sons.gestos.palavras.

 

Continue lendo “Nem sempre a lápis | Andrea Mascarenhas”

Anúncios

09 – Nem sempre a lápis |Sylvia Plath

Três poemas de Sylvia Plath

…era capaz de escrever com lucidez inigualável sobre seu universo íntimo e não fazia esforço para disfarçá-lo. Apesar do brilhantismo, apresentava tendências depressiva. Havia tentado o suicídio outras duas vezes antes da fatalidade em 1963.

Começou a escrever os Diários ainda em criança, chamava-lhes o seu “Mar de Sargasso”. Foi um talento precoce: aos oitos anos uma poesia sua já era publicada em um jornal de Boston, no entanto, a maior parte de sua obra é póstuma

 

Continue lendo “09 – Nem sempre a lápis |Sylvia Plath”

04 – Nem sempre a lápis | Aden Leonardo

Cinco poemas para degustar Aden Leonardo

 

…é pessoa engolidora de choros, por isso sofre de derrames por extensos quase todas as noites. Os assuntos que ela escreve referem-se ao enorme mundo à volta de seu umbigo. Adora escrever e fazer andanças, sobe morros e picos. Suspeita que a felicidade é algo tão difícil de alcançar que deve estar no mais alto ponto do Himalaia. Por isso escala em MG e RJ, vai que existem felicidadezinhas nas montanhas menores? Não suspeita que é escritora… é uma atrevida mesmo.

 

Continue lendo “04 – Nem sempre a lápis | Aden Leonardo”

03 – Nem sempre a lápis | Alejandra Pizarnik

Seis poemas para conhecer Alejandra Pizarnik
Tradução: Lílian Gandon

 

Conforme a crítica, a poesia de Alejandra Pizarnik tem timbres surrealistas. Mas não se trata de um surrealismo programático, ou uma poética: é a autora mesma, em sua forma de ser e de se expressar. O que se destaca na obra de Alejandra é um lirismo noturno e profundamente angustiado — traço que se refina literariamente em seu terceiro livro, Las Aventuras Perdidas, de 1958, mas que já está presente em sua obra desde o início.

 

Continue lendo “03 – Nem sempre a lápis | Alejandra Pizarnik”

02 – Nem sempre a lápis | Maria Florêncio

Oito poemas de Maria Florêncio…


 

parida na acidez de Áries, em uma madrugada de Abril… sob as águas mornas de uma cidade litorânea tupiniquim qualquer. Não gosta de ondas calmas. Brinca até hoje com todas as Marias que lhe habitam. Rabisca suas emoções desde sempre entre grafites e tintas… aprendeu com os Anciões que linhas tinham dores e alegrias e cabiam em envelopes beijados. Vive com os pés na Lua. Sua alma não tem raízes. Sorve bebidas quentes por compulsão… se veste de nostalgia para ir a guerra. Perde-se entre amores de quatro patas. Cansou de delegar ambições alheias… jogou folhas e contratos ao vento… e voltou a respirar. É mãe da menina mais cheia de porquês do planeta… e se tornaram cúmplices nas risadas e, rivais do tempo.

Continue lendo “02 – Nem sempre a lápis | Maria Florêncio”

Crie um website ou blog gratuito no WordPress.com.

Acima ↑