Plural | Inéditos & Dispersos

Por Adriana Aneli

 


 

Olho muito tempo o corpo de um poema
até perder de vista o que não seja corpo
e sentir separado dentre os dentes
um filete de sangue nas gengivas

Ana C.

 


 

 

Estamos em silêncio. Chegou o momento de calar. De se alienar. De romper. É hora de se deixar reinventar pelo olhar do outro. Encontrar, na matéria mágica que nos torna escritores, o antídoto ao dia que não nasce. Ao voo escuro. Ao revidar da noite…

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