Vida normal

Por Obdulio Nuñes Ortega


 

Dia de folga de um dezembro corrido. Passaram muito rápido todos os meses de 2017. Vou ao Correio, passo no supermercado, me desloco para uma visita técnica, levo um aparelho para o conserto. Continue lendo “Vida normal”

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Resenha | Crônicas da vida pensada em silêncio…

Por Adriana Aneli

 

O encontro é em seu território. O anfitrião chega à página 07 e dedica o livro para mim, que o lê, e a Edward Hooper… a solidão cosmopolita humana. O convite é para seu ato de criação, às forças interiores que mobiliza para expor sua coragem em todas as minhas contradições e pecados — dos quais, aliás, muito me orgulho”.

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Coletivo |Apresentação…

Por Lunna Guedes…

 


 

Há pouco mais de uma semana, voltei às minhas caminhadas diárias… hábito que havia abandonado desde que o cão nos deixou. Ele era o meu parceiro de calçadas-esquinas-ruas-pracetas… com seus passos lentos e constantes pausas: em postes, árvores e portões. Era um curioso nato, que gostava imenso de se aventurar em certos cenários… e eu me deixava conduzir por seu faro aguçado. Nunca estava errado em suas escolhas. Eu era um barco, e ele a bússola a apontar para essa espécie de Norte.

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Palavra do Editor | A REALidade das coisas…

Por Lunna Guedes
Editora Scenarium


 

Sou o tipo de Editora que leva os textos para andar… pelos cômodos da casa, as ruas e calçadas da cidade porque preciso dar passos com o texto em mãos-mente-memória-cuore para sentir o Autor e seus movimentos. A escrita é movimento das palavras e seus muitos sons, os lugares que pisa e os corpos que habita.

A maioria dos textos-crônicas que compõe essa copilação denominada ‘REALidade’ — uma obvia brincadeira do Autor e sua Editora com a questão da vida-mundo-persona — vieram do Facebook, onde “dom’ Obdulio arremessa vez ou outra os seus pensamentos-ações-olhares — para o meu completo e total desgosto.

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REALidade

“Caminhante confuso que sou, estou a chegar em andrajos e passos incertos. Vindo de outro tempo e lugar, estou vestido de parcas palavras, reunidas cada paragem. Chego atrasado, mas na hora. O único desejo que carrego é que me desnudem”…

Obdulio Nuñes Ortega

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