Nem sempre a lápis | Caetano Lagrasta

Dois poemas de Caetano Lagrasta

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Palavra do Editor | um labirinto urbano…

Por Lunna Guedes


 

explodiu-se-me
em cores. 

todo o resto
calou-se em rabisco,
tentativa de cinza.

 


 

Quando recebi o conjunto poético de Ylie-Samê — estiletes para cortar brumas, para publicação… respirei fundo, fechei os olhos e me preparei para caminhar a cidade de São Paulo — não a que conheço, que chega pela janela do carro, que eu chamo pelo aplicativo. Tampouco a do ônibus elétrico, que me conduz por mil hemisférios… outra.

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ENTREVISTA |Claudinei Vieira

…se emaranha nas palavras, se enrosca nas palavras, se perde. E gosta de , de vez em quando, se perder. Faz sentido ao termo ‘poeta’ se deslumbrar com as perdas, com as ausências, com os ecos vazios. Mas, admite que pode ser um pouco frustrante, também, a busca, a ânsia. Dolorida, igualmente. Imagina que a beleza pode ser dolorida e que, ao final e ao cabo, feliz ou infelizmente, isso também faz parte do ser poeta. E Claudinei Vieira prossegue, entre as palavras, entre as perdas, entrechoques, aff, Poeta.

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09 – Nem sempre a lápis |Sylvia Plath

Três poemas de Sylvia Plath

…era capaz de escrever com lucidez inigualável sobre seu universo íntimo e não fazia esforço para disfarçá-lo. Apesar do brilhantismo, apresentava tendências depressiva. Havia tentado o suicídio outras duas vezes antes da fatalidade em 1963.

Começou a escrever os Diários ainda em criança, chamava-lhes o seu “Mar de Sargasso”. Foi um talento precoce: aos oitos anos uma poesia sua já era publicada em um jornal de Boston, no entanto, a maior parte de sua obra é póstuma

 

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Oitavo Capítulo | Agosto

 

Agosto começa com mudanças… há nuvens no céu {promessas de chuva} mas continua quente — embora seja inverno… as temperaturas da pele e da alma sobem, porque estamos na Paulicéia totalmente Desvairada.

A minha São Paulo é insana… enlouquecida e desfila diante de meus olhos como os livros de Mário — com seus versos a regurgitar uma cidade que não atravessa o real: pelo contrário, vai para dentro… trafega nas veias do poeta-homem-de-andrade e desfila ilusões várias aos nossos olhos.

Nem todos sabem apreciar, mas a vida — aproveitando os versos de Cecília — a vida só é possível se reinventada…

E é isso que pretendemos em agosto.
Temos nossas coisas a anunciar… mas, vamos com calma, de maneira diária, para que possamos aproveitar todas as estações da alma, do corpo e, também, do ano…

Que agosto tenha seus sabores e, sobretudo, que você prove cada um deles. 

O convite está feito… nosso banquete será servido no dia 26 de agosto, às 16 horas — falta apenas indicar o ‘scenarium‘… mas você já pode reservar a data!

 


Abraços no Plural
Lunna & Marco

 

 

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