‘Seremos todos Plural’… em 2018

Por Tatiana Kielberman…


Quem tem a oportunidade de folhear uma revista depois de pronta nem imagina – de fato – os bastidores que permitem às páginas ganharem o seu formato dito como “finalizado”. Um processo contínuo de planejamentos, edições, mudanças, enfim… pode-se dizer que a publicação ganha praticamente vida própria.

Continue lendo “‘Seremos todos Plural’… em 2018”

Anúncios

Cafeina na veia | Leitura fria…

Por Emerson Braga


 

Estou a ler um livro diabólico… em desavergonhadas páginas, a dizer mentiras com sabor de celulose – não o papel vulgar – mas, aquele outro: agridoce… É um livro que se deixa ler sem pressa! Que devora a atenção com seu sadismo de criança homicida. Seus parágrafos são fragmentados – como brinquedos de infância destruídos a marteladas – ali, o sangue não jorra.

Continue lendo “Cafeina na veia | Leitura fria…”

Cafeina na veia | Um diálogo requer duas pessoas

Por Ingrid Caldas


“Penso em ficar só, mas minha natureza
pede diálogo e afeto.

Lya Luft


 

Lembro-me que quando criança, os adultos se reuniam na sala enquanto as crianças ficavam no quintal. Naquele tempo conversas de adultos não incluam crianças que viviam o tempo de brincar. Os adultos tagarelavam seus assuntos uns com os outros num diálogo que a primeira e a última a falar era sempre a figura mais velha da casa por ser dona de uma sabedoria rara que hoje em dia é pouco respeitada pelos jovens que se dizem sábios e, obviamente, “antenados” nas coisas que os mais velhos nem sempre alcançam. Continue lendo “Cafeina na veia | Um diálogo requer duas pessoas”

— O glamour de ser leitor

Por Ester  Fridman
Escritora, filósofa e astróloga


ANTES DE PENSAR, ler e escrever, imaginamos. A criança é dotada de imaginação, e esta vai dando lugar aos conceitos na medida que se aprende a falar e articular ideias. A imagem é anterior ao pensamento. Os adultos vão apresentando uma série de coisas às crianças, como gente, brinquedos, móveis, animais e objetos em geral, dizendo-lhes como os devemos chamar.

Continue lendo “— O glamour de ser leitor”

— A leitora que eu gostaria de ser…

Por Tatiana Kielberman

 


 

Penso na leitora que eu gostaria de ser e meu coração se aquece ao vislumbrar as possibilidades de tal feito! Sonho — acordada — em tocar o livro que repousa sobre a mesa do café ao lado, nas primeiras horas da tarde… e que chega aos meus olhos, sem que eu possa tomá-lo em mãos e desfrutar do gesto — delicioso — de virar página por página. O tempo é faminto e avança… matreiro!
Continue lendo “— A leitora que eu gostaria de ser…”

— O que acontece com as nossas livrarias?

Por Renato Essenfelder

 

QUANDO MORRE A POESIA? Estou inquieto. Visitas à livraria ultimamente me deixam inquieto — noutros tempos, tinham efeito relaxante.

Em parte é a idiotização do acervo que aborrece. E uso a palavra “idiota”, aqui, lembrando de seu sentido original, grego. Idios: privado, separado, apartado. O adjetivo designava, na antiga Grécia, o cidadão que não participava da vida pública, o ensimesmado, desinteressado do mundo.

Continue lendo “— O que acontece com as nossas livrarias?”

Blog no WordPress.com.

Acima ↑