Marcelo Moro

Autor

 

Virginiano místico, nascido sobre terras tecelãs.
Regido sob os véus de Ártemis e suas danças insones desde menino.
Cerziu suas histórias a passos soltos: Ora aqui…ora em Istambul, anéis de Saturno ou nos olhos fumegantes das costureirinhas e de suas entranhas nostálgicas.
Filosofa sua acidez cotidiana em torno de cafés ou doses etílicas, sob a regência dos burburinhos locais.
Com uma peculiaridade característica – musicaliza as curvas poéticas de suas musas como um domador de versos.
Ah! E como são inspiradores seus golfos insensatos! Sobre esse ir e vir, inúmeras vidas, a linha subentendida entre: O ser…o querer e o fato.”

Por Maria C. Florêncio

Poeta, ensaísta, publicitário, músico e futurista!

 


Marcelo Moro é autor dos livros de poesias
“Teatro das Ousadias” e “Alameda das Sombras”
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Resenha | O palco das ousadias de Marcelo Moro

Por Mariana Gouveia

 

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A primeira vez que me deparei com Teatro das Ousadias foi paixão ao primeiro poema e depois ao segundo, ao terceiro e daí por diante… ele veio até mim, destrinchado por uma amiga — ainda cru e mesmo assim deliciosamente ousado.

Com o livro pronto e mãos… eu ganhei o mar e suas ondas arrastando poesias na areia. A lua — amiga inseparável do poeta — desenhou em meu céu… tudo que eu lia.

Viajar pelo livro é saborear uma iguaria única servida aos poucos e deixando na boca o sabor de quero mais. É enveredar pelo mundo dos deuses, das deusas, de um deuso — o próprio poeta — e sentir que você pertence a ele.

Teatro das Ousadias é esse passeio pelo olhar que o poeta tem da poesia… ao folhear cada página, uma cortina se abre entre o encanto e a divindade… entre a magia e a realidade suprema dos poetas.

A ousadia explícita nas palavras, o despir-se diante do leitor… nos faz ousados também e, capazes de imaginar as sensações do homem-poeta, mesmo sendo um perigo constante desvendar a alma de quem escreve.

Não dá para limitar em uma frase a ousadia de Moro… por isso, apenas te convido a percorrer as linhas de seus versos e se sentir o protagonista desse palco que ele lhe oferece. Ouse.

 


 

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03 | Nem sempre a lápis | Marcelo Moro

[teatro de ousadias]

 

Fogo Fátuo

Você me vicia
em poucos dias estava a mercê dos teus cristais
Mágica fé morena , pequena em  fagulhas de cores
ensina-me a querer -te mais e mais
você me devolveu os poemas
seduziu para fora minhas rimas,
confundiu minhas soluções
e na solidão das minhas linhas materializa-se
em boca, língua, seios e vãos.
escrever-te em mel e tinta
deslizar por suas coxas raro pincel
que trace e desenhe e orne
ideogramas que revelem seu céu.

 


Marcelo Moro autor de ‘Teatro das Ousadias‘ — série exemplos de poesias da Scenarium — ano 2015.

Exemplos de Poesias | Teatro das Ousadias

Marcelo Moro

 

R$ 30,

 


 

Marcelo Moro é um poeta mambembe… é homem, mas também é instrumento onde notas reverberam inquietas. É silêncio nos olhos. Inquietude no coração. É um menino que quer ser gente grande amanhã.

A poesia de Marcelo é palco-teatro-platéia. É pantomima. É o eco que fica depois que os aplausos se encerram e o vazio que acomete o ator depois que se despe do personagem.

Senhoras e senhores, apresento: [teatro das ousadias]