Coletivo |Apresentação…

Por Lunna Guedes…

 


 

Há pouco mais de uma semana, voltei às minhas caminhadas diárias… hábito que havia abandonado desde que o cão nos deixou. Ele era o meu parceiro de calçadas-esquinas-ruas-pracetas… com seus passos lentos e constantes pausas: em postes, árvores e portões. Era um curioso nato, que gostava imenso de se aventurar em certos cenários… e eu me deixava conduzir por seu faro aguçado. Nunca estava errado em suas escolhas. Eu era um barco, e ele a bússola a apontar para essa espécie de Norte.

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Virginia Finzetto


Autora do livro “vi e/ou vi”

 


 

Escolhida entre as múltiplas que lhe habitam, atrás de seu par de olhos escuros, surge a humorista de ocasião nas redes sociais. Essa promete às demais um rodízio, até que todas as outras possam também representar o seu núcleo de incertezas. Hoje, desconfiada que as palavras não pertençam a nenhuma delas, ela se acha apenas uma garota de vários recados. Dos papeis que já representou, sendo o de jornalista o mais frequente, assina todos eles com seu nome próprio sem arrependimentos.

Palavra do Editor | vi e ou/vi…

Por Lunna Guedes
Editora Scenarium


 

A Poesia pode ser — de acordo com os rótulos tradicionais — uma espécie de etiqueta, que nos avisa da qualidade da roupa que cobre o corpo: moderna, maldita, parnasiana, marginal, contemporânea… mas, nenhum rótulo é capaz de afirmar o sentimento que transborda no leitor ao ler um verso bem feito.

A poesia nos cala, consome… nos deixa nus, a nos equilibrar em epítetos. Julgar a poesia é condenar a si mesmo. Rotular é se repetir… mas, somos assim — e isso parece ser incorrigível.
Outro rótulo muito usado nesse tempo — denominado contemporâneo — é: poeta… no entanto, por mais que se insista, não veste qualquer pele… muito embora se multipliquem nas sombras os que tomam para si a palavra e apontam para nós os seus sufrágios.

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vi e/ou vi

 

“Nascer ou morrer, tudo ou nada, sim ou não, par ou ímpar… E nos intervalos, eu me ocupo com o quê? A criar diversidade de tons que preencham os vãos desses extremos. A revelar em poemas a rebeldia contra os fatos consumados e nenhum senso comum. Neste livro, pretendo ser agente de artimanhas que provoquem algum assombro ou diversão. É para o impacto de sentir o sopro na pele que eu o convido a ler VI E/OU VI que o vento é aqui.

Virginia Finzetto

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